domingo, janeiro 15, 2012

às vezes a razão do mundo é outra e eu
possa estar enganado,
possa estar perdido,
possa chorar ou dizer que nada mais vale a pena
às vezes, congestionado, possa prever uma catástrofe
Possa crer no que ninguém mais poderia ver
Ou simplesmente poder cantar
Pudera eu ver que a luz do dia é o perdão
E mesmo durante a cooperação,
digo que perdi meu coração
num ralo partido, de tristeza sem fim
Escrevo sim, assim! Distante dos meus versos
Escrevo por poder sofrer, poder lutar, ou amar
Mas o verdadeiro amor é a razão dos meus versos
É o que simplesmente regresso...
Escapo durante a contração,
Pudera eu...
Pudera eu...
Dizer em palavras reais, o meu mundo
Sair pela porta sujo e imundo
Mas limpo estarei se estiver ao seu lado,
Corado, amado, sincero!!
Carinho, regresso, amor
Soube que minhas palavras,
Destinadas à ela,
Numa carta enviada, perdida:
em rumos da internet, desiludida
Amo, perdôo, encontro
Vivo, cresço, crio
Mas como sofro neste momento,
como sofro...

Nenhum comentário: